terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O perigo das drogas no Carnaval. LSD é uma das pragas que está se espalhando pelo interior


Álcool, cocaína, maconha e o crack são as drogas mais usadas durante todo o ano, no carnaval é ainda pior.


LSD pode vir em inofencivas cartelas. Foto: DivulgaçãoLSD pode vir em inofencivas cartelas. Foto: Divulgação
O Carnaval é uma época de festas, alegria e diversão. Todos merecem e gostam dos festejos da ocasião, mas muitos confundem liberdade com libertinagem e extrapolam no modo de se divertir. O uso das drogas e do álcool é abundante nessa época.

As pessoas buscam prazeres com o intuito de esquecer-se dos problemas do dia-a-dia de trabalho e estudos. Nos jovens isso fica ainda mais evidente, quando muitos bebem exageradamente e se sentem livres para novas situações que podem acarretar uma série de problemas. São nesses períodos de festas e, principalmente, no Carnaval que os pais mais se preocupam com o contato que os filhos possam vir a ter com as drogas.

A situação é de liberdade, de que vale tudo pela felicidade pelos quatro dias de festa.Na adolescência, por exemplo, que é um período excitante é quando, na maioria das vezes, acontece a experimentação das drogas e do álcool.

Nessa faixa etária tudo parece possível e nada do ter consequências graves. Muitos começam através do grupo de amigos com situações com que se identifica e não sabem o perigo que estão correndo.

Álcool, cocaína, maconha e o crack são as drogas mais usadas pela sociedade durante todo o ano e no Carnaval não é diferente. Mas uma droga, não tão nova, vem ganhando espaço, e chegando as cidades do interior: o LSD.

Extremamente diluída, apresenta-se normalmente em barras, cápsulas, tiras de gelatina, líquidos, micro pontos ou folhas de papel secante (como selos ou autocolantes), sendo que uma dose média é de 50 a 75 microgramas. O que facilita seu transporte e dissimulação. Muitas vezes, se passando por inofensivos adesivos, pastilhas ou até mesmo tatuagens autocolantes.

Cada cartela, custa em média de R$ 50 a R$ 120 dependendo da região do país. A compra é feita por meio de traficantes e até mesmo em sites da internet.

Matéria em parceria: Com. Soc/5º R P mon e Rádio Santiago.